Luiza Badra
Ando saltitando pelas ruas
pé-de-moleque. Atrapalhada como sou, não andaria normalmente sem cair ali.
Sorri ao passar pela Igreja da Matriz. Era o último dia.
Via um céu infinito com nuvens fofinhas acima de mim. Meu destino era o Forte.
Chegamos. Acomodei-me num muro de
pedra. Balancei as pernas, tranquila. Uma brisa passava por mim e o sol
queimava meu rosto. Maldito protetor solar! Esquecido na mala...
Ali, porém, estava livre e em paz.
Feliz! Essas sensações me inundavam como uma grande onda. Respirei fundo. Será
que voltaria a me sentir assim de novo?

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