sábado, 15 de novembro de 2014

As águas de Paraty - Yasmin Rodrigues

A paz lhe tomava. Estava apaixonado. Ah, como ela era linda, quanta beleza. Meu Deus, era uma sereia que estava repousando sobre a areia quente.
O jovem Paraty foi aborda-la, seus olhos olhos eram de uma imensidão azul, lindos e misteriosos como o mar. Ao se aproximar dela, a jovem levantou-se a caminhou em direção ao mar. Espere, moça, disse. Mas ela não o ouviu.
No momento em que ela entrou no mar, ouvi um canto maravilhoso. Ele não desejava mais nada além daquela moça e sua voz e, por isso, ele correu até a água. Cuidado! Mas já era tarde demais. Ele caíra na imensidão do mar à procura de um amor que poderia ser vivido. Socorro, socorro! - gritava o jovem ao perceber o que tinha acontecido. Já era tarde, não havia mais ninguém na praia e ele pensava estar sozinho naquele imenso mar. Talvez, ele ainda não tivesse notado seu amor já transformado pela magia das águas. 

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